sábado, 26 de junho de 2010


Os Direitos de Amar, enfim.

Todo ser humano tem o direito de escolher a quem amar, mas isso não implica que deva haver uma reciprocidade, uma aceitação da outra parte ou que as intensidades sejam iguais. Cada um ama à sua maneira e mesmo que duas pessoas olhem através da mesma janela, uma pode estar vendo o campo e a outra contemplando as estrelas!
  Toda pessoa tem o direito de se declarar à pessoa que escolheu para amar, contudo é bom estar preparado para a possibilidade dessa pessoa não estar interessada. A vida sempre será um jogo. É preciso arriscar. Um dia se ganha, no outro se perde. Ninguém, tem o direito de impor ser amado. Amor é um sentimento voluntário que não pode estar preso a credos, cor de pele, à beleza, a status social, a fronteiras ou distâncias.
  O amor não tem barreiras, nem mesmo aquelas falsas, impostas por contratos que só servem para oficializar direitos de partilha, jóias num cofre, as contas no banco, mas nenhum cofre pode guardar um amor; nenhum banco contabiliza o amor. Toda pessoa tem o direito de amar em silêncio e ser discreto se tiver de ser assim; tem o direito de escrever nas entrelinhas para fazer suas confissões mais caras, mesmo que o objeto dessa confissão nunca entenda o que está escrito.
 Eu tenho esse direito e dele não abro mão, mesmo que ame em silêncio, escondido e que nunca possa confessar meu amor publicamente, mas tenho igualmente o direito de perfurmar um lenço com Trussardi, Amarige, L'insolente ou Jaypur e abraçar-me a um traveseiro para sonhar sonhos de amores passados, com os quais vivo o meu presente, acreditando que um dia, talvez, possa ser feliz outra vez e nunca, nunca mesmo, vou abrir mão desses direitos inalienáveis: os direitos de amar!
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sexta-feira, 25 de junho de 2010


Consegui!

" Eu vou deixar em ti, a minha vida e a minha energia."
 Maite Perroni em Recife ( PE ) - 22 de Agosto de 2010 -  Eu vou e você?
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terça-feira, 22 de junho de 2010


Os direitos de amar.

Toda pessoa tem o direito de amar, mas deve ter um mínimo de bom senso, para não amar sem ser amado e não sofrer as consequências de amar sozinho, alimentando um amor platônico. Nenhum pássaro voa com uma asa só e as estradas do amor são de mão dupla, para proporcionar encontro dos sentimentos e tornar possíveis as coincidências do destino. 
Para um homem amar a uma mulher ou uma mulher amar a um homem, é preciso que se conheçam com profundidade, cuidem desse gostar e aí, então, se dediquem à magia de alimentar o amor; depois é apaixonar-se sem medo. A menor distância entre uma paixão arrebatadora e uma decepção fulminante passa por uma cama, uma culpa pesadae e silenciosa e perguntas mudas, cheias de frustações. 
As paixões só são bonitas nos livros, nas novelas de final previsível, nos livros de antigamente e nos romances baratos. O amor é vulcão em erupção; a paixão é fogo no chão, faz muita fumaça, deixa o rastro escuro do capim seco queimado e depois vai incomodar a paisagem das lembranças.
 Toda pessoa tem o direito de ser feliz ao lado daquele que ama e por quem deve ser amado, porque se não for assim não tem graça, não é justo, não é bom. O amor não pode ser apenas de aparências, só para dar satisfações à sociedade, para defender os segredos de um cofre abarrotado, mas de fatos públicos e notórios de desrespeito gritante. Todo interesse devia ser punido com a pena máxima que se possa aplicar a um ser humano sem escrúpulos: a solidão em liberdade! Toda pessoa que ama de verdade deve ser respeitada, mesmo que cometa as maiores loucuras para permanecer ao lado desse amor. 
É proibido terminantemente, privar alguém da vida por não corresponder a esse amor. As pessoas que não conseguirem se fazer amar pelo objeto do seu amor devem procurar não negociar aquele mínimo de dignidade do qual não devem abrir mão. À falta de um critério melhor na escolha e caindo nas armadilhas de amar e não ser correspondido por tao nobre sentimento, basta - como se diz vulgarmente, tentar se mancar. Já é um remédio, uma solução e se fizer efeito, é partir para novas investidas e nunca desistir de ser realmente, uma pessoa feliz. Esse é o maior direito.
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